
O mundo aos olhos de Didi Krepinsky
Influenciadora de viagens completou, em março de 2025, 84 países visitados ao redor do mundo.
Escorpiana, paulistana e uma verdadeira amante do mundo: essa descrição resume Diana Krepinsky, a Didi. Advogada por formação, mas viajante de alma, ela é uma cidadã global com mais de 80 países explorados. Hoje se dedica integralmente ao universo das viagens como Diretora de Marketing & Roteiros na Interep Viagens, empresa familiar que é referência no setor há mais de 40 anos, e compartilha suas aventuras com mais de 140 mil seguidores no Instagram.
O fascínio pelas viagens vem do berço: seu primeiro voo internacional foi com apenas 9 dias de vida, logo após nascer em Dallas, no Texas. Aos 13 anos fez seu primeiro curso fora do Brasil; aos 17, mudou-se para a Itália para aprender italiano. Hoje é fluente em cinco idiomas. Formou-se em Direito, fez especialização em Direito Internacional Privado em Paris e estagiou na ONU, em Nova York, na Missão Brasileira, antes de entrar na operadora de viagens da família — começou no financeiro e foi ganhando espaço até assumir sua grande paixão.
A transição para o mundo dos influenciadores aconteceu de forma orgânica. O blog surgiu por insistência dos amigos, que pediam dicas de destinos menos óbvios, em uma época em que o termo "blogueira" ainda carregava preconceitos e "influenciadora" nem existia. Seu estilo, segundo ela, é uma mistura de luxo e despretensão: fã de viagens de luxo, mas apreciadora de experiências autênticas e locais, com aventuras e esportes radicais.

Sobre a viagem que mais a marcou, Didi diz que escolher é difícil, pois cada uma transforma de maneira única. Cita o Japão, onde viveu a última viagem longa internacional com o pai antes do falecimento dele; a África, com quase um mês de safáris; e as Maldivas, que já visitou três vezes.
Entre suas dicas de planejamento: evitar programar viagens de última hora, especialmente para lugares remotos como safáris; contar com consultoria especializada; estudar o destino e reservar restaurantes com antecedência; fugir do óbvio, casando hobbies com as viagens (uma "surf trip", por exemplo); e ficar mais tempo em um único destino em vez de espremer vários países — o Japão, diz ela, merece viagem exclusiva, assim como a Indonésia. Investir em bons hotéis, para Didi, transforma a viagem em algo memorável.
Na mala, nunca faltam jeans, um bom tênis, camisetas básicas e um biquíni ou maiô — "nunca se sabe quando pode rolar um spa ou uma jacuzzi". E óculos de sol: ela tem mais de 200 pares.

Até março de 2025, terá visitado 84 países — com Finlândia, Suécia e Estônia no roteiro — e pretende terminar o ano com 90. Na bucket list: a aurora boreal na Lapônia, surfar nas Maldivas e explorar o Sri Lanka. Em junho, fará uma road trip pela Itália com a mãe, na região de Bolonha, para assistir à Mille Miglia; em setembro, um mês em cruzeiro de expedição pelas Ilhas do Pacífico Sul.
Para quem quer criar conteúdo hoje, o conselho é direto: "Seja autêntico! Não tente copiar ninguém, encontre sua própria voz. A autenticidade é tudo!"
Bate-bola: um lugar para o resto da vida: Miami. Uma paixão: música. Uma cor: roxo. Um prato: qualquer massa. Sonho de consumo: uma casa em Saint-Tropez. Signo: Escorpião. Lema de vida: "Tudo não terás!"
